A aceleração de mudanças regulatórias, tecnológicas e geopolíticas está forçando CEOs a revisar estratégia, modelos de negócio, estruturas de governança e cultura organizacional. Neste painel, líderes compartilham como estão transformando suas empresas na prática — e como estruturas de Governança, Riscos e Compliance (GRC) vêm apoiando esse processo, oferecendo clareza decisória, leitura antecipada de riscos e sustentação institucional. A conversa explora como GRC deixou de ser função de controle para se tornar infraestrutura estratégica de adaptação, resiliência e legitimidade em um cenário de incerteza permanente.
As mudanças recentes na política de enforcement dos Estados Unidos, especialmente no âmbito da FCPA e da atuação do DOJ, indicam um modelo mais estratégico, seletivo e focado em responsabilização individual. Empresas brasileiras e latino-americanas passaram a estar no radar, mesmo fora do sistema financeiro. Este painel discute, de forma prática, o papel das corporações no auxilio ao crime organizado e como se preparar para investigações transnacionais, revisar estruturas internas, gerir intermediários de risco, decidir sobre cooperação e garantir que políticas, controles e decisões resistam ao escrutínio internacional.
Em um cenário de instabilidade regulatória, geopolítica e reputacional, operações de M&A carregam riscos que raramente aparecem nos modelos financeiros, mas emergem com força após o closing. Passivos reputacionais, exposições a sanções, fragilidades de governança, riscos de terceiros e incertezas concorrenciais, especialmente diante da atuação de autoridades como o CADE, capazes de impor restrições, alterar estruturas ou até inviabilizar operações, desafiam abordagens tradicionais de due diligence e decisão. Este painel discute como identificar, comunicar e mitigar riscos quando a decisão estratégica já está em curso e quando recuar deixa de ser uma opção simples.
A NR-1 exige a identificação, avaliação e gestão de riscos ocupacionais, incluindo fatores organizacionais que possam impactar a saúde dos trabalhadores. Nesse contexto, aspectos como assédio, sobrecarga e exaustão devem ser considerados como potenciais riscos. A oficina mostra como aplicar essas exigências na prática, com proporcionalidade e integração entre Compliance, RH, SST e Jurídico, indo além do cumprimento formal.
Pequenas e médias empresas e startups estão cada vez mais expostas a exigências globais de integridade, compliance e governança, seja por cadeias de valor, requisitos de grandes clientes, sanções ou padrões internacionais. Sem a mesma estrutura das grandes corporações, passam a enfrentar riscos que impactam diretamente o acesso a mercado, contratos e crescimento. Este painel discute o papel das grandes organizações e do ecossistema no acesso dessas empresas ao mercado, como estruturar programas de integridade e governança proporcionais, com foco em risco, simplicidade e viabilidade prática, e como o compliance pode se tornar uma alavanca para acesso, permanência e crescimento sustentável.
Aplicações práticas de agentes de IA no suporte à triagem, análise e gestão de denúncias, promovendo eficiência operacional, priorização de riscos e consistência nas investigações
O crime organizado deixou de atuar à margem da economia e passou a se infiltrar em estruturas empresariais formais, utilizando contratos, cadeias de fornecedores e operações aparentemente legítimas. Nesse cenário, programas tradicionais de PLD/FTP e a due diligence clássica mostram-se insuficientes para capturar riscos cada vez mais estruturais, sofisticados e invisíveis aos controles formais. Este painel discute por que novas formas de verificação — baseadas em inteligência de risco, leitura de contexto e análise comportamental — tornaram-se essenciais quando o risco já não é apenas regulatório, mas estratégico, reputacional e físico.
Programas formais não bastam. A CGU tem priorizado evidências de efetividade, integração com o risco real do negócio e capacidade concreta de prevenção, detecção e resposta. Esta sessão propõe uma abordagem aplicada, a partir de erros e acertos, para discutir como decisões são tomadas, programas são estruturados, sanções são aplicadas e quais fatores influenciam os desfechos, com foco em efetividade, proporcionalidade e defensabilidade. Também explora como as organizações têm reagido a investigações, conduzido processos e tomado decisões sobre cooperação e leniência, com foco no que funciona, no que não funciona e em como fortalecer a capacidade de prevenção e resposta.
Dados de uma pesquisa inédita reais de canais de denúncia de milhares de organizações revelam um retrato pouco visível das empresas: comportamento, cultura, liderança e riscos que nem sempre aparecem nos relatórios formais. Neste painel, insights inéditos mostram padrões que desafiam percepções tradicionais e o que eles indicam na prática. Em formato de Integrity Data Session, especialistas analisam esses dados inéditos em tempo real e discutem suas implicações para governança, cultura e gestão de riscos.Mais do que números, o painel propõe uma leitura direta: o que esses dados revelam e o que precisa mudar nas organizações.
As organizações avançaram em tecnologia, dados e inteligência artificial, mas seguem enfrentando um desafio estrutural: como organizar governanças distintas — e complementares — para informação, dados e IA, sem sobreposição, lacunas ou conflitos de responsabilidade. Esta oficina parte de um erro recorrente no mercado: tratar essas três governanças como variações de um mesmo tema. Não são. Cada uma responde a riscos, decisões e níveis de maturidade diferentes. Quando isso não está claro, surgem inconsistências, uso excessivo de dados, decisões automatizadas sem critério e dificuldades reais de accountability. Este painel propõe modelos práticos de estruturação: papéis, fronteiras, comitês, critérios de decisão e mecanismos de controle que conectam compliance, tecnologia, ética e estratégia.
A transição para uma economia de baixo carbono mobiliza grandes volumes de recursos, incentivos e novas exigências regulatórias. Nesse cenário, surgem riscos ainda pouco explorados: corrupção em projetos climáticos, distorções na alocação de recursos e manipulação de certificações. Este painel discute como a agenda climática também se torna um campo de risco, e como compliance e gestão de riscos devem evoluir para garantir integridade, transparência e credibilidade nesse novo ambiente.
Um framework objetivo para sair do “centro de custo” e provar valor com números. Mostramos como estruturar KPIs de prevenção de perdas, produtividade, tempo de ciclo e qualidade de decisão, além de métricas-proxy para reputação, confiança e resiliência regulatória.
Segurança psicológica: quando o líder entende que acolher não é fraqueza e que silenciar também tem consequências.
Da teoria à aplicação, este LEC TALKS apresenta como desenvolver agentes de IA na prática, explorando arquitetura, decisões técnicas e casos reais de uso. Uma visão objetiva para quem busca transformar potencial tecnológico em soluções concretas dentro das organizações.
Em um mundo orientado por dados e automação, inovação real começa pelas pessoas. A talk mostra como tecnologia gera valor quando nasce com empatia, propósito e foco no usuário, equilibrando eficiência e humanização para criar soluções que realmente funcionam e geram impacto positivo.
Neste LEC TALKS, o palestrante apresenta como a análise da comunicação não verbal e da linguagem corporal pode tornar entrevistas forenses mais eficazes, trazendo uma abordagem prática para fortalecer investigações e decisões em compliance.
A transformação digital nas organizações avança de forma exponencial, mas muitas iniciativas não entregam valor e ainda ampliam riscos. O problema não está na tecnologia, mas na gestão da mudança. Neste LEC TALKS, descubra como alinhar cultura, governança e estratégia para transformar com segurança e eficácia.
À medida que a IA deixa de apenas recomendar e passa a tomar decisões ou executar ações, as estruturas tradicionais de GRC são colocadas à prova. Este painel discute os riscos e oportunidades e como preparar organizações para a adoção de sistemas agênticos, abordando caminhos de escalonamento decisório, trilhas de auditoria, limites de autonomia, explicabilidade e o papel indispensável da supervisão humana na governança de decisões automatizadas.
Anos eleitorais ampliam a exposição institucional das organizações, especialmente em um cenário cada vez mais digital, em que a velocidade da informação intensifica riscos relacionados à integridade, desinformação, proteção de dados, reputação e comunicação. Nesse contexto, o assédio eleitoral no ambiente interno e os posicionamentos públicos de colaboradores, especialmente em redes sociais, ganham relevância, com potenciais impactos trabalhistas, jurídicos e reputacionais. Este painel discute como conselhos e lideranças podem antecipar e gerenciar esses riscos, definir limites de atuação e estruturar diretrizes internas, alinhando GRC, privacidade, comunicação e gestão de pessoas para sustentar decisões coerentes com os valores e a estratégia da organização
O mercado cripto deixou de ser um tema restrito a especialistas e passou a provocar discussões centrais sobre confiança, regulação, inovação e futuro das finanças. Em meio a iniciativas como o Clarity Act e ao avanço de marcos regulatórios em diferentes países, o debate agora se concentra em como criar regras mais claras, reduzir distorções, dar mais segurança ao investidor e aproximar os ativos digitais do sistema financeiro tradicional. Este painel propõe uma conversa acessível e prática sobre os impactos dessa transição para empresas, investidores, áreas jurídicas, compliance, reguladores e para qualquer profissional que queira entender como o universo cripto começa a dialogar, de forma cada vez mais concreta, com a economia real.
Criar regras já não resolve. O desafio passa a ser influenciar comportamento, integrar decisões e ocupar espaço real na agenda do negócio. Ao mesmo tempo, cresce a pressão por estruturas de governança mais robustas e capazes de sustentar essa transformação. Este painel discute como o compliance pode deixar de operar à margem para se tornar parte da estratégia, quais estruturas de governança fazem diferença na prática e o que ainda impede essa evolução dentro das organizações.
A atuação institucional junto ao poder público tornou-se mais sensível em um ambiente de polarização, pressão regulatória e escrutínio constante. O que antes era visto como contribuição técnica legítima inclusive a participação de empresas e associações na elaboração de propostas regulatórias ou projetos de lei pode rapidamente ser interpretado como captura de agenda, influência indevida ou risco reputacional. Este painel discute como estruturar políticas, governança e limites claros para RIG e advocacy, com transparência, rastreabilidade e critérios de integridade, permitindo influenciar políticas públicas sem comprometer a reputação nem expor a organização a riscos desnecessários.
O uso de canais de mensageria não geridos tornou-se um dos maiores pontos de vulnerabilidade para os controles internos das instituições financeiras. Este painel discute a implementação de Surveillance e Inteligência Artificial como ferramentas críticas para mitigar riscos de conduta e garantir a conformidade regulatória. Em uma palestra técnica, Deborah Palacios Wanzo (Tuvis) analisa a transição para uma infraestrutura de dados auditável, focando na detecção de padrões de risco em tempo real.
Em um ambiente de sanções dinâmicas e listas restritivas em constante atualização, o maior risco muitas vezes surge no meio da relação comercial ou transacional. Um cliente, contraparte, fornecedor, intermediário ou beneficiário listado durante a operação pode interromper pagamentos, travar negócios, exigir bloqueios imediatos e expor a instituição a risco regulatório, operacional e reputacional. Este painel discute como reagir quando o risco aparece no meio do caminho e como estruturar governança, contratos, screening contínuo e planos de contingência para decisões rápidas, defensáveis e proporcionais.
Indicadores, metas e incentivos podem moldar o comportamento mais do que códigos de ética. Metas mal desenhadas estimulam silêncio, atalhos e decisões de curto prazo; métricas mal escolhidas geram dashboards que não orientam ação. Este painel analisa os prós e contras das métricas de integridade, inclusive sua incorporação a bônus e incentivos, discutindo quando fortalecem a cultura — e quando a corroem. O foco está em indicadores práticos e acionáveis para o board, capazes de revelar riscos humanos e orientar decisões, sem pesquisas inúteis ou métricas vaidosas.
Esta seção discute como o uso de análise de dados e inteligência artificial pode apoiar a prevenção de fraudes, a detecção de irregularidades e a recuperação de recursos públicos, contribuindo para o fortalecimento das finanças públicas e da confiança dos cidadãos. O painel explorará abordagens adotadas por diferentes países para demonstrar o retorno sobre o investimento em iniciativas de prevenção à fraude, bem como os desafios de governança, ética e implementação associados à adoção responsável dessas tecnologias no setor público.
Com a adoção obrigatória dos padrões IFRS S1 e S2 a partir de 2026, o ESG deixa de ser narrativa e passa a integrar o reporte financeiro e regulatório. Dados auditáveis, governança clara e responsabilidade executiva tornam-se exigências com impacto direto sobre acesso a capital, risco e reputação. Este painel discute como empresas estão transformando essa pressão regulatória em vantagem competitiva — e como essas exigências passam a se estender a parceiros, fornecedores e à cadeia de valor.
Em ambientes de alta pressão por resultado, crescimento, alinhamento político ou conveniência operacional, muitas decisões deixam de ser técnicas e passam a ser testes de coragem organizacional. O custo de dizer “não” é imediato e visível; o custo de dizer “sim” costuma ser adiado – até se transformar em crise. Este painel discute quem sustenta decisões impopulares quando o custo político, financeiro ou reputacional é alto, e como organizações podem estruturar governança para que coragem não dependa apenas de indivíduos isolados.
Aplicações práticas de agentes de IA no dia a dia do compliance, ampliando escala, aumentando eficiência e apoiando decisões mais rápidas e bem fundamentadas em uma organização orientada por inteligência artificial.
Em um cenário de alta complexidade institucional, escassez de recursos e crescentes pressões políticas, os órgãos de controle são chamados a entregar mais resultados justamente quando a confiança pública se fragiliza. Este painel propõe uma reflexão sobre como colaboração interinstitucional, inovação e aprendizagem entre pares podem fortalecer a fiscalização, a auditoria e o controle no Brasil. A discussão examinará o papel estratégico das instituições superiores de controle na sustentação de ecossistemas de accountability críveis e resilientes, identificando caminhos concretos para reforçar sua independência, autonomia e capacidade de gerar confiança.
A tecnologia redefine a velocidade dos negócios, mas é o fator humano que sustenta sua execução. Hoje, o desafio não é apenas adotar novas ferramentas, mas lidar com o descompasso entre a aceleração digital e a capacidade humana de acompanhar esse ritmo. Quando o engajamento cai e o burnout aumenta, o sinal é claro: estratégias dissociadas da empatia são insustentáveis. Este painel discute como CEOs estão revisando modelos de gestão, ajustando decisões e evoluindo a cultura para garantir que a tecnologia amplifique o potencial humano, e não o esgote.
A ideia de que “tudo é responsabilidade do compliance” se tornou um dos maiores equívocos da governança corporativa contemporânea. Programas de integridade não são infalíveis, não substituem decisões de negócio e não transferem automaticamente a responsabilidade por riscos, fraudes ou ilícitos para a área de compliance. Este painel discute os limites reais do compliance, o papel das linhas de defesa, a responsabilidade da liderança e como a sociedade, mercado e empresas precisam amadurecer sua compreensão
A Inteligência Artificial não elimina vieses humanos, ela os incorpora, amplifica e legítima. Decisões automatizadas carregam pressupostos, escolhas históricas e assimetrias que muitas vezes passam despercebidas porque “vieram do sistema”. Este painel discute como vieses cognitivos humanos são traduzidos em modelos algorítmicos e por que a delegação excessiva à tecnologia pode gerar decisões injustas, equivocadas ou eticamente frágeis. A discussão trará uma abordagem prática sobre como estruturar treinamentos eficazes e mecanismos de monitoramento contínuo, garantindo maior transparência, governança e responsabilidade no uso de IA.
Esta oficina promoverá a troca de informações com parceiros, participação em fases prévias (RFI/RFP), estruturação de propostas, uso de terceiros, hospitalidades e acesso a dados sensíveis. A oficina pode simular dilemas reais — por exemplo, quando uma avaliação técnica pode influenciar uma futura concorrência, ou quando o parceiro passa a ter uma vantagem competitiva difícil de justificar. Isso engaja muito mais do que teoria, porque coloca o participante no papel de quem decide.
A maioria dos treinamentos de compliance cumpre requisitos formais, mas falha em alterar decisões reais. Conteúdos genéricos, excesso de informação e desconexão com dilemas cotidianos reduzem impacto e engajamento. Este painel discute como desenhar treinamentos baseados em dilemas reais, emoções e contexto, focados em tomada de decisão e abordagens específicas para o middle management (sendo vista como uma liderança mais despreparada ou nao tao sênior e mais dispostos a assumir riscos para progredir em suas carreiras). O destaque está na formação de lideranças, mostrando por que treinar líderes é uma das estratégias mais eficazes de prevenção de assédio e redução de riscos comportamentais.
Este painel discute a evolução para um modelo integrado de gestão de riscos, conectando onboarding, due diligence, monitoramento transacional e investigação em uma jornada única. A partir do case do Banco Semear, serão apresentados aprendizados práticos sobre: Integração de dados cadastrais e transacionais; Ganho de eficiência operacional; Redução de falsos positivos; Decisão orientada por dados; Também será explorado o papel da tecnologia como habilitadora dessa transformação, ampliando escala, rastreabilidade e efetividade dos programas de Compliance e PLD.
O uso de ferramentas de Inteligência Artificial avança de forma descentralizada e informal, muitas vezes fora da governança das organizações. Dados estratégicos, confidenciais e pessoais passam a ser inseridos em plataformas de IA sem ciência institucional ou avaliação de risco. Este painel discute como esse uso silencioso cria exposições relevantes de dados e responsabilização jurídica, e por que comportamento, pressão por resultado e silêncio organizacional acabam normalizando práticas que podem gerar incidentes graves.
O ambiente de negócios se tornou dinâmico e marcado por mudanças constantes. Nesse contexto, liderar exige mais do que conhecimento técnico: requer leitura de cenário, pensamento crítico, adaptabilidade e capacidade de decidir sob pressão. Este painel explora o que executivos estão fazendo na prática para desenvolver essas habilidades, lidar com ambiguidade e sustentar decisões em cenários de transformação contínua.
Cadeias digitais, novos modelos de negócio, intermediações informais e meios alternativos de pagamento ampliaram a exposição ao risco. Nesta oficina, os participantes irão reavaliar, desenhar ou redesenhar programas de PLD/FTP a partir do risco real do negócio, considerando riscos emergentes e exigências regulatórias. A proposta é prática e orientada à decisão, focada em construir sistemas proporcionais, efetivos e sustentáveis, evitando tanto formalismo excessivo quanto lacunas críticas de controle.
Investigações de assédio mal conduzidas ampliam o dano, revitimiza pessoas e fragilizam a credibilidade do sistema de integridade. Ao mesmo tempo, rigor jurídico e imparcialidade são indispensáveis. Esta oficina apresenta um fluxo prático de apuração que equilibra técnica jurídica, escuta qualificada, proteção contra retaliação e cuidado humano, discutindo erros comuns e boas práticas na condução de investigações sensíveis.
O Sistema S ocupa uma posição singular ao administrar recursos parafiscais, exercer função pública relevante e operar com lógica de gestão privada. Essa natureza híbrida aumenta a complexidade dos programas de integridade, que precisam equilibrar controle, transparência e eficiência. Nesse cenário, o Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), liderado pelo TCU, surge como referência para fortalecer estrutura e alinhamento entre as entidades. O desafio é equilibrar modelos mais formais e abordagens flexíveis, orientadas a risco e impacto, diante da crescente pressão por consistência. O dilema central é garantir padronização sem comprometer autonomia e efetividade. Este painel discute caminhos para um modelo de compliance no Sistema S, proporcional, baseado em risco e orientado a resultados.
Este workshop apresenta, de forma prática, como o Copilot pode ser aplicado nas atividades do dia a dia, potencializando ganhos de eficiência. Também serão explorados insights para sua integração às rotinas de Governança, Riscos e Compliance, ampliando a capacidade analítica, a eficiência operacional e o suporte à tomada de decisão.
Investigações vão além de fatos e evidências, envolvem pessoas, emoções e percepções. Neste LEC TALKS, o palestrante explora como conduzir apurações com sensibilidade, imparcialidade e técnica, equilibrando rigor investigativo com respeito aos envolvidos.
A Controladoria Geral do Estado de São Paulo, apresenta os principais avanços do programa Radar Anticorrupção, destacando iniciativas práticas que fortalecem a integridade, a transparência e a prevenção de riscos no setor público paulista.
Em um ambiente de excesso de informação, captar e manter a atenção é um diferencial estratégico. Neste LEC TALKS, o palestrante apresenta técnicas práticas para engajar a audiência, estruturar mensagens impactantes e transformar apresentações que realmente conectam.
Muito além do digital, ataques físicos exploram vulnerabilidades reais em dispositivos e sistemas. Neste LEC TALKS, o palestrante revela como funciona o hardware hacking na prática, demonstrando riscos invisíveis e o que empresas precisam fazer para proteger seus ativos de forma efetiva.
Quando falhas são conhecidas, mas persistem, a discussão deixa de ser técnica e passa a ser de governança. Nesse contexto, ganha relevância o cascateamento de responsabilidades, com a definição clara de papéis entre áreas, níveis de decisão e instâncias de governança, garantindo que resultados das auditorias sejam desdobrados, priorizados e acompanhados até sua efetiva resolução. O painel discute de quem é a responsabilidade por agir, como evitar a recorrência de desvios e quais estruturas e dinâmicas organizacionais são necessárias para assegurar que riscos identificados se convertam, de fato, em decisões e mudanças relevantes.
A fragmentação geopolítica e o avanço regulatório estão redesenhando as cadeias de fornecimento globais. Sanções, controles de exportação, rastreabilidade, carbono e due diligence passaram a influenciar decisões estratégicas, deslocando o foco da eficiência para resiliência e conformidade. Este painel discute como empresas estão se adaptando a esse novo cenário, equilibrando restrições e oportunidades para sustentar competitividade, continuidade e crescimento.
Rage bait foi eleita pela Oxford University como a palavra do ano, refletindo um ambiente que privilegia emoção e polarização. Nesse contexto, decisões corporativas passam a ser julgadas antes de serem plenamente compreendidas. Entre jornalismo investigativo, redes sociais e influenciadores digitais, reputação, comunicação e gestão de terceiros se tornam indissociáveis. Este painel discute como sustentar credibilidade e posicionamento institucional em um cenário de escrutínio constante e narrativas em tempo real.
Sessão mão na massa para estruturar um programa de embaixadores viável: objetivo, perfil, seleção, treinamento, limites do papel, governança, comunicação e métricas. Com base em cases reais e de sucesso.
Códigos de conduta só são eficazes quando são simples o suficiente para orientar comportamentos no dia a dia e sólidos o bastante para transmitir confiança a terceiros.Nesta sessão, vamos discutir como equilibrar clareza e robustez, criando códigos que engajam colaboradores e, ao mesmo tempo, reforçam maturidade, consistência e credibilidade em avaliações externas, como processos de contratação e due diligence.
A transparência e a integridade são essenciais para a confiança nos negócios. Neste painel, o Pacto Global da ONU – Rede Brasil apresenta iniciativas como o Movimento Transparência 100% e a Ação Coletiva Anticorrupção, que mobilizam empresas para fortalecer o compliance em toda a cadeia de valor. Reconhecidas internacionalmente em 2024 pelo Basel Institute on Governance,, essas ações mostram o impacto da colaboração empresarial na promoção da integridade. Um debate sobre tendências, desafios e soluções práticas para o futuro dos negócios no Brasil.
A presença feminina em posições táticas e de liderança intermediária vem crescendo aos poucos. Ainda assim, a transição para papéis estratégicos, como diretorias executivas, comitês decisórios e conselhos segue desigual. Este painel analisa como poder, legitimidade e critérios formais e informais influenciam quem avança para os espaços onde estratégia, risco, orçamento e sucessão são definidos. A discussão explora caminhos para transformar liderança operacional em influência estratégica e participação efetiva nos centros de decisão.
As organizações enfrentam um cenário marcado por crise de atenção, burnout, solidão e sobrecarga mental. Esses fatores impactam a comunicação, a tomada de decisão e as relações, ampliando riscos comportamentais, conflitos e falhas éticas. Modelos tradicionais de governança e compliance mostram limites diante de desafios humanos como falta de conexão, baixa segurança psicológica e dificuldade de influência. Este painel discute o que muda na prática para liderança, compliance e gestão de riscos psicossociais, especialmente diante das novas exigências da NR-1.
Canais de denúncia só funcionam quando há confiança real e é justamente essa confiança que é testada quando denúncias envolvem lideranças ou interesses estratégicos. Medo de retaliação, descrédito e respostas inadequadas fragilizam o sistema. Em cenários de pressão, surgem limites da governança, como independência das investigações, proteção do compliance officer e tensões com a alta administração. O painel discute como operar canais com legitimidade, garantindo proteção, independência e equilíbrio entre riscos de uso indevido e credibilidade institucional, além de trazer aprendizados dos canais mais inovadores com uso de IA, seus ganhos reais e desafios ainda pouco discutidos após dois anos de operação intensiva.
Programas de compliance robustos nem sempre evitam desvios — porque decisões não são tomadas apenas com base em regras, mas influenciadas por contexto, cultura e comportamento. Nesta oficina prática, os participantes irão explorar como aplicar conceitos de ciências comportamentais, comunicação estratégica e cultura organizacional para influenciar decisões no dia a dia e aumentar a efetividade dos programas de compliance. Com abordagem aplicada, estudo de caso real e dinâmica interativa, a sessão apresenta caminhos concretos para transformar o compliance de um modelo formal em um instrumento de mudança real de comportamento.
O setor público vem amadurecendo seus programas de integridade e compliance, impulsionado por marcos regulatórios, mecanismos de controle, acordos de leniência e pela crescente expectativa social por transparência e responsabilização. Este painel discute como as organizações públicas têm evoluído suas estruturas de governança, gestão de riscos e programas de compliance, quais modelos têm se mostrado mais eficazes, os desafios de implementação em ambientes de alta exposição política e o que ainda precisa avançar para que a integridade se consolide como prática institucional, e não apenas formal.
Uma solução visual, simples e de baixo custo que aplicou etiquetas educativas em itens recebidos nas recepções. A intervenção no momento da decisão gerou aumento de 338% no registro de presentes em um mês, reduzindo o desconhecimento da política e fortalecendo a cultura de transparência.
Encerrando o segundo dia, o presidente do COAF traz uma visão estratégica sobre como a evolução dos mecanismos de lavagem de dinheiro desafia os modelos tradicionais de compliance. Uma análise sobre assimetria de informação, inteligência financeira e os caminhos para fortalecer a capacidade de identificação e resposta a riscos cada vez mais sofisticados.
A pergunta deixa de ser “por que cultura importa” e passa a ser como fazê-la funcionar na prática. Este painel reúne CEOs, C-levels e conselheiros para discutir o papel da alta liderança na transformação da cultura em sistema operacional, capaz de escalar, resistir ao tempo e orientar decisões reais. A conversa aborda governança, incentivos, métricas, orçamento e accountability — mostrando o que líderes fizeram para sair do discurso e construir culturas que entregam performance, reduzem risco e sustentam o negócio no longo prazo.
Com a adoção crescente de sistemas inteligentes, modelos de IA e fluxos de dados passaram a ser objetos auditáveis em si, criando novas demandas técnicas, éticas e de governança e com isso, novas trajetórias profissionais. Este painel discute quais novas profissões estão emergindo nesse contexto e quais habilidades técnicas e comportamentais passam a ser essenciais.
Risk assessment deixou de ser um exercício técnico para se tornar uma decisão estratégica de alocação de atenção, recursos e capital político. Diante de enforcement mais agressivo, novos riscos geopolíticos, restrições orçamentárias e expectativas crescentes de conselhos e reguladores, organizações são forçadas a escolher. Este painel discute os dilemas reais da priorização: o que aprofundar, o que simplificar, o que aceitar como risco residual e o que conscientemente deixar de tratar. O foco está menos em metodologias e mais em decisões defensáveis, proporcionais e sustentáveis, mesmo quando não há respostas certas.
As certificações ISO 37001 e ISO 37301 são referências em integridade, mas seu valor depende de decisões estratégicas, escopo adequado e patrocínio da alta administração. Mais do que implementar, o desafio está em sustentar sua efetividade ao longo do tempo. A agenda emergente da ISO 37201, ainda em desenvolvimento, sinaliza a evolução dos sistemas de gestão ao incorporar temas como prevenção e combate à violência contra a mulher. A oficina aborda como implementar, revisar e sustentar certificações de forma proporcional e baseada em risco, preparando a organização para auditorias e fortalecendo o programa de integridade com o engajamento da alta liderança.
O setor da saúde enfrenta desafios crescentes na interseção entre pesquisa clínica, uso de dados sensíveis, inteligência artificial e relações reguladas com profissionais de saúde. A inovação acelerada amplia riscos de integridade, privacidade e governança da informação. Este painel discute como organizações do setor estão estruturando governança para dados e IA, gerindo riscos na área da saúde, pesquisa clínica e estabelecendo limites claros nas interações com profissionais de saúde, de forma ética, sustentável e defensável.
A transformação digital dos programas de integridade passa, necessariamente, pela capacidade de estruturar, integrar e utilizar dados de forma inteligente. Neste case, a Petrobras apresenta sua jornada na evolução da governança a partir do uso de dados e inteligência artificial, explorando como essas ferramentas vêm sendo aplicadas para aprimorar o monitoramento, qualificar a análise de riscos e aumentar a capacidade de resposta. A iniciativa evidencia como a tecnologia pode ser incorporada de forma estruturada para fortalecer controles, ampliar a transparência e gerar valor real ao negócio.
Na teoria, funções de governança existem para proteger a organização, garantir independência e orientar decisões éticas. Na prática, porém, pressões por resultado, conflitos de interesse, limitações estruturais e ambiguidades de papéis desafiam essa atuação. Em alguns casos, o problema vai além: áreas responsáveis por mitigar riscos podem, direta ou indiretamente, contribuir para decisões equivocadas ou até condutas inadequadas. Este painel discute o contraste entre o desenho ideal e a realidade organizacional, explorando como fortalecer a independência, a influência e a efetividade dos gatekeepers diante de decisões críticas.
A intensificação do uso de IA ampliou o armazenamento e o processamento de dados em infraestruturas globais, muitas vezes fora da jurisdição nacional. Em 2026, a soberania de dados ganha força como tendência política e corporativa na América Latina, impulsionada por preocupações com segurança, controle, privacidade e dependência tecnológica. Este painel discute as vantagens, riscos e trade-offs de manter dados no país, os impactos sobre arquitetura tecnológica e os reflexos para áreas de tecnologia, privacidade, jurídico, compliance e proteção de dados.
Embora muitos riscos sejam conhecidos, processos de due diligence ainda se apoiam em lógicas tradicionais de verificação, pouco adaptadas à complexidade atual. Cadeias globais fragmentadas, terceiros opacos, novos modelos de negócio e riscos emergentes exigem novos olhares e fontes de análise. Este painel propõe uma reflexão prática sobre como ir além do checklist, explorando novas abordagens de verificação, aprendizados de erros recorrentes e o uso mais inteligente da tecnologia para apoiar decisões proporcionais, claras e defensáveis.
Departamentos jurídicos e de compliance passam por uma transformação estrutural. O aumento da complexidade, o avanço tecnológico, a pressão por eficiência e a necessidade de maior integração com o negócio exigem novos modelos de gestão. Nesse contexto, Legal Ops ganha protagonismo como alavanca de governança, produtividade e inteligência decisória. Este painel discute como estruturar áreas jurídicas e de compliance mais ágeis, orientadas por dados e capazes de sustentar decisões mais consistentes, estratégicas e alinhadas ao negócio
A extração forense de dados de celulares — mesmo sem senha e após exclusão de arquivos tornou-se central em investigações complexas, com impactos diretos em compliance, privacidade e governança. Por meio de simulação comentada, o painel mostra o que pode e o que não pode ser extraído, os limites legais e como a Polícia Federal assegura a cadeia de custódia e a validade da prova. Discute também a perspectiva das empresas: como responder, proteger dados legítimos e, em investigações internas, o que pode e não pode ser feito com o celular.
A integração de MPEs às cadeias de grandes empresas tornou-se um fator estratégico de competitividade. Neste case, o Sebrae demonstra como o desenvolvimento estruturado de fornecedores eleva padrões de gestão, reduz riscos e fortalece a cadeia de valor, gerando ganhos sustentáveis para todo o ecossistema.
Uma homenagem que faz rir e emociona
A inteligência artificial já está impactando profundamente o sistema de justiça, trazendo ganhos de eficiência e novas possibilidades para análise e tomada de decisão. Ao mesmo tempo, levanta questionamentos críticos sobre ética, transparência e responsabilidade no uso dessas tecnologias.
Em momentos de crise e alta pressão, decisões são guiadas tanto pela razão quanto pelas emoções. Neste LEC TALKS, a palestrante apresenta como líderes podem desenvolver inteligência emocional, resiliência e clareza para agir com segurança em cenários críticos, fortalecendo a tomada de decisão e a resposta organizacional.
A crescente complexidade regulatória e a pressão por consistência elevam a avaliação dos programas de PLD/FTP a um novo patamar. Este LEC TALKS aborda como a padronização de práticas e o avanço dos selos de conformidade têm se consolidado como diferenciais competitivos, fortalecendo a credibilidade, a eficiência e a confiança no mercado, além de gerar insights relevantes também para setores não regulados.
Os últimos escândalos corporativos, no Brasil e no cenário internacional, revelaram fragilidades sistêmicas que vão além de condutas individuais, expondo falhas em governança, controles internos, auditoria, compliance e liderança. Este painel propõe uma análise crítica e prática desses casos, focando menos em “quem errou” e mais em onde os sistemas falharam, quais decisões ampliaram danos e o que poderia ter sido detectado ou mitigado antes da crise.
Organizações internacionais como o Pacto Global da ONU e a OCDE moldam, de forma não coercitiva, os padrões globais de integridade que antecedem leis, enforcement e exigências de mercado. Este painel discute como essas agendas são construídas, por que funcionam como sinais antecipados de risco e oportunidade e como organizações que sabem interpretá-las conseguem se preparar — enquanto outras reagem apenas quando o padrão já virou obrigação regulatória ou comercial.
A intensificação do enforcement e a ampliação de riscos ligados a terceiros, sanções, fraude e crime organizado exigem uma revisão prática das investigações internas. Protocolos excessivamente amplos, apurações lentas ou decisões mal documentadas podem ampliar riscos, em vez de mitigá-los. Este painel discute como conduzir investigações eficientes e defensáveis, abordando decisões críticas do processo: quando abrir uma investigação, como definir e ajustar escopo, quando aprofundar ou conter e como registrar decisões de forma proporcional e sustentável.
A partir dos aprendizados de edições anteriores, este painel analisa o que realmente fez diferença na avaliação dos programas de integridade, onde as organizações mais falharam e quais sinais já apontam os próximos ajustes esperados. O foco está no uso do Pró-Ética, iniciativa da Controladoria-Geral da União, como instrumento prático de diagnóstico e evolução, para elevar a efetividade do compliance além do reconhecimento formal.
A consolidação do mercado regulado de apostas esportivas elevou as exigências sobre operadoras e todo o ecossistema esportivo. O debate vai além da regulação, abrangendo enforcement, governança, PLD/AML, proteção de dados, publicidade, conflitos de interesses e integridade esportiva. Este painel explora os impactos dessas mudanças na operação das bets e na relação com clubes, atletas e parceiros, destacando os principais riscos e prioridades de GRC para sustentar reputação e crescimento em um ambiente cada vez mais exposto.
Este painel discute como sair de relatórios defensivos e construir indicadores e narrativas que realmente ajudem C-level e conselhos a compreender riscos, definir prioridades e decidir com clareza. O desafio não é a falta de dados, mas como eles são organizados, apresentados e conectados às decisões do negócio.
As áreas precisam compreender onde a reforma tributária cria novos riscos, como esses riscos se manifestam além da área fiscal e como estruturar controles e decisões defensáveis ao longo do período de transição.
Em períodos como Copa do Mundo e anos eleitorais, conflitos de interesses, brindes e hospitalidades ganham complexidade adicional. Este painel analisa casos reais em que interesses legítimos entram em tensão com limites éticos, documentação frágil e interações público-privadas sensíveis. A discussão explora onde o julgamento falha, como o contexto amplia riscos reputacionais e regulatórios e como estruturar critérios e registros defensáveis para decidir bem em zonas cinzentas, além da regra formal.
O uso de IA no Compliance deixou de ser tendência e passou a ser decisão estratégica. Esta oficina combina fundamentos e pratica ao apresentar os principais elementos para um uso responsável da tecnologia, como governança, definição de responsabilidades, avaliação de riscos e supervisão humana, e exemplos concretos de aplicação já adotados por empresas. A proposta e mostrar onde a IA já gera valor, quais cuidados são indispensáveis e como avançar de forma estruturada, sem perder de vista a efetividade e o risco real do negocio.
Crises raramente começam com fraude. Muitas começam com aplausos, resultados recordes, confiança excessiva e a sensação de que tudo está sob controle. Nesta nova experiencia imersiva, com os mesmos palestrantes que protagonizaram o “Squid Game Corporativo”, você será o CCO. Os números são impecáveis. O mercado confia. O crescimento acelera. Mas algo incomoda: alertas minimizados, metas agressivas, silêncios estratégicos. E se os sinais começarem a se aproximar do topo? E se a decisão deixar de ser técnica e se tornar estrutural? Porque, no fim, governança não é confortável. E coragem institucional.
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